Minha parceira e minha dona, a história de Ágda e Linda

Oi gente, vou contar aqui a longa história de uma parceria que eu tive e que durou alguns anos. Espero que gostem e acompanhem. Ah, vou ter que mudar os nomes pra não me identificar.

A história é a seguinte. Eu sou jogadora de Vôlei de Praia profissional. Tenho 32 anos, sou carioca, venho de uma família com um bom poder aquisitivo e desde menina eu me dividia entre seguir no vôlei ou na medicina como os meus pais. No final a paixão pelo esporte falou mais alto e segui com tudo na rotina de treinos, areia, viagens e jogos.

Como o vôlei de praia é um esporte de duplas, não é fácil para uma jogadora encontrar de cara a melhor parceira tanto em termos esportivos quanto em termos pessoais: passamos a viver praticamente juntas! E é aí que mora o perigo… Mas vou chegar nessa parte um pouco mais pra frente.

Depois de formar algumas duplas no início da minha carreira que me deram experiência mas que não me davam perspectiva de futuro, eu fui apresentada a uma jogadora um pouco mais experiente que eu vou chamar aqui de Ágda. Ela era bastante diferente de mim. Enquanto eu era uma carioca da gema e nascida em “berço de ouro” e estava no início de minha carreira, sendo muito elogiada pelo meu talento e minha técnica, a Ágda era uma mulher do sul, descendente de imigrantes europeus e que trabalham o campo. Mais do que ser reconhecida por sua técnica, a Ágda sempre foi considerada uma das jogadoras mais fortes e raçudas do circuito.

Em tese, este tinha tudo pra ser um casamento perfeito, porque iríamos complementar as nossas qualidades pra formar um time competitivo. Mas eu ainda estava um pouco receosa sobre a personalidade dela e não sabia se realmente iríamos nos encaixar.

Eu já a conhecia de jogos e campeonatos que disputávamos, mas nunca tinha conversado com ela mais reservadamente. Quando chegou o primeiro encontro, eu estava um pouco insegura, mas ela fez questão de ser simpática comigo e de me dizer que buscava um crescimento em conjunto comigo. Teve uma hora que ela me perguntou com os fogos nos olhos se eu estava 100% focada em subir na carreira porque era alguém assim que ela buscava. Eu tremi um pouco por dentro, mas reuni forças internas e respondi: sim, estou. Então ela disse: fechado, segunda começamos a treinar.

Naqueles dias eu sentia que algo grande estava pra acontecer, mas não conseguia entender exatamente o quê. Hoje em dia, olhando pra trás, consigo perceber que as sementes do que viriam a ser a nossa parceria, foram plantadas desde o primeiro momento. Se por acaso estávamos formando uma dupla, essa dupla teria uma líder, e a líder seria ela. Uma mulher mais forte, mais decidida e determinada. E eu aceitei isso.

Seguimos na rotina de treinamentos até que chegou a primeira viagem. Esse sempre é um momento delicado em que passamos a dividir os mesmos quartos de hotel e acabamos ficando o dia inteiro juntos. Eu era uma moça com vinte e poucos anos, cabelo castanho, corpo bem feminino, traços delicados e toda bem cuidada. Ela já tinha seus vinte e tantos anos, cabelo preto, pele bem clara, um pouco mais alta que eu e um corpo todo definido por horas e horas de musculação e exercícios.

Eu ainda estava estudando a Ágda. Nos primeiros jogos que fizemos, percebi que ela era do tipo de jogadora que não economizava nos abraços apertados, tapinhas e demais contatos corporais. Pensei no começo que isso fazia parte da personalidade aguerrida dela que cobrava muito e que incentiva ainda mais. Não descartei, todavia, que se tratava de algo um pouco além disso, se é que me entendem, mesmo que tanto eu quanto ela tínhamos cada uma o seu namorado.

Era o final do dia de muito treinamento e estávamos em nosso hotel. Eu fui tomar banho, hidratar o meu cabelo e me cuidar, enquanto a Ágda estava vendo TV na cama de casal que dividíamos. Na hora que fui sair, enrolada em uma toalha, percebi que ela não tirava os olhos de mim em um misto de carinho e desejo. Eu fiquei um pouco desconcertada e ela percebeu. Mas claro que isso não era nada que a intimidaria. Coloquei uma camisolinha bem solta e fui secar meu cabelo. Quando ela me chamou: Linda, vem aqui, quero conversar com você. Senti um belo rebuliço em meu estômago.

Ela me fez sentar bem na frente dela na cama e começou a falar: “Linda, queria te dizer que estou gostando muito do seu desempenho e da sua entrega. Sei que você ainda tem o que melhorar mas tenho certeza que você está se esforçando para isso. Queria te dizer que você pode contar comigo para tudo, que estarei junto com você. Você pode confiar em mim pra tudo”. Eu não esperava escutar isso, estava um pouco sensível por tudo, comecei a lacrimejar e me atirei para abraçar a Ágda que me acolheu em seus peitos e em seus braços me dando um abraço tão forte como se ela podia dar. Ficamos assim por longos minutos até que me recompus para seguir em diante. Mas não era nada trivial, eu comecei a sentir como estava ficando cada vez mais no comando da minha parceira. Isso me dava um pouco de medo e ao mesmo tempo me dava uma segurança que nunca tinha sentido antes, nem no vôlei de praia com as outras parceiras e nem com meus namorados…

Eu comecei a gostar dela e a reparar nela cada vez mais. Comecei a enxergar a mulher e a pessoa que havia ali atrás daquela figura levemente masculina brava e forte que dividia o seu tempo comigo. Nunca tinha sentido nada por meninas e menos ainda tinha sentido atração por pés femininos, mas comecei a notar nos belos pés da Ágda, fortes, definidos, com tatuagem no aquiles, e sempre bem cuidados. E não é que ela sempre deixava os pés dela sempre bem pra frente quando se sentava expondo toda aquela curva maravilhosa? Claro, isso tudo eu pensava de mim para mim e não ousava contar nem em minhas terapias à minha psicóloga.

E não nego. Um dos maiores incentivos que eu tinha pra dar o máximo nos jogos para conquistar as vitórias era poder dar o abraço dos vencedores em minha parceira, naquele momento mágico em que sentia o corpo dela inteira rente ao meu naquela explosão de alegria…e líbido…quando imaginava sentir até o grelo dela me tocar como se fosse um namorado excitado.

Já era tarde. Teríamos treino logo pela manhã mas nada de nenhuma de nós conseguir dormir. Ainda precisávamos nos acostumar uma à outra naquela situação e não era fácil. As luzes estavam apagadas, ambas em silêncio, enquanto a respiração de cada uma era escutada pela outra. Então, eu notei como a Ágda começou a se mexer um pouco no cama, vindo na minha direção, se aproximando lentamente. Fingi que estava de dormindo e estiquei a minha perna em sua direção, e logo as pernas se tocaram. Nenhuma de nós a tirou dali, fingindo que estava tudo correndo normalmente. Pudi sentir a temperatura do corpo dela, nas alturas, como certamente o meu também estava. Ela não se fez de rogada e trouxe agora todo o corpo mais pra perto, chegando a encostar no meu. Fiquei imobilizada, parecia que o meu sonho de tantas noites estava prestes a se realizar. Ela me deu a mão e sentiu como eu suava. Não dava mais pra disfarçar, ela apertou a minha mão e começou a se enroscar em meu corpo. Eu não aguentava mais, precisava beijar aquela mulher. Ela subiu em cima de mim, comigo de costas pra cama, aproximou o seu rosto e me tascou um beijo na minha boca. Mal ela encostou a sua boca, eu me entreguei completamente naquele beijo tentando sugar toda ela pra dentro de mim, no que ela vinha imprimia a sua força e passava a me beijar loucamente.

Eu me sentei e continuamos a nos beijar enquanto comecei a acariciar aquele corpo maravilhoso dela esculpido pelos deuses. Ela foi generosa e me deixou aproveitar por alguns minutos. Passava a mão em seus ombros, em suas costas e em suas pernas. Tudo aquilo era novo pra mim. Nunca saberei se era tão novo pra ela também, só sei que ela começou a me apalpar também e logo pegou a minha calcinha, a puxou pelos lados, e começou a esfregar as minhas partes aos meus arrepios. Bem, pra resumir, ela tomou o controle da situação, me colocou de quatro e fez o melhor sexo oral que já tinha recebido na vida. Gozei muito, fiquei cambaleada, e me entreguei em seus braços, dormindo o sono dos justos.

A história não terminou, longe disso, estava apenas começando.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *