No motel com minha esposa safada

Convidei minha esposa para ir ao motel, queria ouvir ela gritando enquanto gozava pra mim.

Chegamos ao motel por volta de 19h e ficamos 12h por lá. Afinal fazer amor com minha amada é muito bom. Embora isso aconteça regularmente em casa, ir ao motel realmente é algo especial.

Já na garagem, o clima esta forte, muitos beijos, amasso, pegação. Tirei a blusa dela ali mesmo, beijei e mordi o pescoço, os biquinhos dos seios dela estava tão durinhos que dava pra ver pelo sutien. Eu parecia um polvo, minhas mão subiam e desciam pelo corpo dela.

Ela já estava louca, queria ser possuída ali mesmo, mas eu não queria. Preferi parar e subir para o quarto, afinal queria ela gritando pra mim, gemendo alto.

Quando entramos no quarto, terminei de tirar a roupa dela, peça por peça, tirei minha roupa e a convidei para um banho comigo. Sempre que vamos a esses lugares, levamos nossos “kit” que tem coisinhas especiais: óleos de massagens, aquelas bolinhas que estouram, nossa cinta pau, velas e outras coisinhas que adoramos.

Saímos do banho bem cheirosas, e com vontade de brincar. Ela me jogou na cama, pegou um óleo de massagem, jogou nos meus pés, massageou gostoso, e foi subindo, chegou na coxa e jogou mais um pouco de óleo, quando chegou na minha virilha ela não quis mais saber de massagem, ela sentiu meu cheiro, viu o quanto eu já estava molhada só com a massagem dela.

Como ela estava no comando eu fiquei quieta e esperei pra ver o que ela faria, foi então que ela me disse: “Vou continuar essa massagem com a língua”. Então ela abriu minhas pernas me puxou mais pra perto e passou a ponta da língua no meu grelo, me arrepiei toda, ela me olhou e sorriu.

Começou a chupar bem gostoso, ela subia e descia a linguá com maestria, passava na entrada da minha bucetinha e voltava ao meu grelo, nossa, isso estava me levando a loucura, e ela pra me provocar olhava nos meus olhos, mostrando que estava sentindo prazer em dar aquela gostosa tortura. Ficou nesta brincadeira um tempo, toda vez que ela sentia que eu ia gozar, ela parava ou mudava o que estava fazendo, eu já estava louca com tudo isso, implorava pra ela me deixar gozar, pra me meter 2 dedinhos na minha buceta, mas ela não queria.

Eu puxava o cabelo dela, segurava sua cabeça, pedia, mas ela estava determinada a me vez nessa situação. Que tortura gostosa. Pedi com voz manhosa, quase chorando para que ela me permitisse gozar tudinho, então ela me atendeu, enfiou sem dó seus dedos em mim e começou um vai e vem bruto, com vontade, batendo bem fundo dentro de mim, nossa, não dá pra descrever o quanto estava delicioso, minha respiração ficou mais rápida, meu corpo se contorcia na cama, minhas pernas tremiam, e ela vendo que eu estava prestes a gozar, começou a chupar meu grelo com vontade enquanto afundava os dedos em minha buceta, e assim eu gozei, gritei e gemi de tanto prazer enquanto ela me olhava e sorria como uma criança que acabou de ganhar um presente muito especial.

Nossa noite estava apenas começando, e aquela putinha me pagou caro por ter me torturado daquela forma, mas isso fica para um próximo conto.

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