O encanador me molestou e eu simplesmente adorei

Todo mundo aguarda uma coisa de um sábado a noite. Bom, no caso era de manhã e eu não fazia ideia que aparecia por vir.
Havia abatido de despertar, feliz pela noite antecedente ter sido excelente. Fui a uma afago com meus colegas do colegial, gastei toda minha bronze com bebidas e beijei um cara do alcoviteiro ano, Gustavo. Ele era abafador e tinha uma encalço gostosa, provavelmente eu daria pra ele hoje a noite, na casa de uma amante.
Por isso levantei disposta e em direção ao banheiro para tomar um bom banho quente. Lavei meus longos cabelos pretos, alegórico de toda japinha safada e comecei a ensaboar o meu corpo. Eu necessita me prepar para o abalroamento, achanar minhas pernas e minha xaninha. Todo cara precisa acomodar-se com de uma buceta toda molhadinha e lisinha. Eu fechava meus olhos ficava imaginando como o pau do Gustavo devia ser. Pelo o que senti antigamente, acrescentado que era grande e cabeçudo.
Agrado.
Eu apenas tinha anos, havia transado algumas vezes com um ex aficcionado, porém nada extraordinal, uma vez que de modo algum consegui achincalhar com ele e este forma de frustação acabou levando nosso amor ao baliza. Porém com o Gustavo eu sabia que seria distinto. Não era apaixonada por ele, porém com certeza eu tinha bastante atração. Por ele ser mais adestrado, eu não poderia decepcioná-lo de forma um, queria realizar tudo certamente, deixar ele louco, impressioná-lo.
Sabendo disso fui até meu quarto no notebook asssitir alguns vídeos pornôs na internet, para adestrar-se novas coisas, posições, como chupar um pau bem bom. Eu vi em uma estudo que homens adoram achincalhar na boca ou na cara das mulheres e eu quero realizar isto. Quero sentir a porra do Gustavo na minha cara, escorrendo nos meus lábios enquanto eu passo a dialeto para sentir seu estilo. Vou realizar cara de safada, vou exigir mais, vou chupar aquele pau até não abundar uma baga. Apenas de imaginar isto eu sinto minha bucetinha latejando de desejo, uma siririca não vai ser bastante para acalma-la. Deitada em minha cama, nua, com as mãos entre as pernas, eu escuto a capainha abalar estridente.
Remédio. Eu não vou sair agora. Não agora.
Mais uma vez ela abrigo.
Inferno.Havia me abandonado que hoje o encnador viria para realizar a preservação na cozinha. Meu pai está no banca hoje, repleto de clientes para reparar, minha mãe foi até a município grande realizar compras e empregada tirou o dia de abastança para cuidar do filho, que gripou. Fiquei sozinha em casa encarregada de uma apenas missão: acompanhar o Seu Marcelo enquanto ele estiver em casa. E eu acabei esquecendo inteiramente disto.
Coloquei a primeira roupa que vi na frente, uma fora de bate rodadinha e uma blusa cropped, que é mais curta e coloca a abdômen acusando. Nem sequer lavei minhas mãos e fui correndo até a acesso para atendê-lo. Fiquei imaginando se ao comprimentá-lo, ele iria sentir os dedos da minha mão melados. Minha bochechas ficaram vermelhas com a situação, porém pedi ao homem que entrasse para corporificar seu trabalho.
Seu Marcelo é um homem que precisa beirar os 43 anos de idade, imagino. Ele é divorciado há sete anos e seus filhos moram com a ex-mulher. Ele parece ser soltário ocasionalmente, mora sem companhia e constantemente vai aos bares e butecos para abordar com colegas e ingerir umas. Para ser sincera, existe um anotação na município de que o Seu Marcelo é um tarado. Sua vizinha aparecia recolhendo as moda no adro e viu ele tocando uma punheta para ela enquanto segurava uma calcinha afrodisíaco. Foi um “bafo” na município no momento em que a história surgiu. Eu constantemente acreditei, uma vez que já vi o Seu Marcelo me olhando maliciosamente muitas vezes na rua. Dizem que seu pau é amplo e abundante e eu constantemente fiquei bastante curiosa sobre dessa informação. Será?
Acompanhei o homem até a cozinha e relatei os complicações com o adutora. Ele logo começou a trabalhar e eu apenas ficava desejando que ele acabasse logo, para quantidade voltar ao quarto e permanecer com minhas brincadeiras.
Ele aparecia deitado no chão da lavabo, com uma ferramenta na mão e me chamou para ajudá-lo. Cheguei ao seu lado, em pé, e segui suas orientações. No entando, eu percebi que tudo que ele me pedia para realizar era acessório, Ele continuava deitado no chão, mexendo em algo e não parava de olhar para meu corpo. Acrescentado que ele conseguia analisar minha calcinha amarrilho dental por baixo da fora. Que homem tarado! A ideia de estar sendo observada me deixava ansiosa e sentia minha calcinha abeberar também mais. Será que ele conseguia analisar? Ou ele apenas saberia se enfiasse o aptidão por baixo da minha fora?
– Sayuri, agora você vai ficar aqui em baixo para analisar uma coisa. Me como no momento em que analisar. Certamente?
Ele pegou o seu telefone celular e ligou a claraboia. disse que o aguado aparecia escuro demais para absorver.
Achei afastado ele exigir isto pra mim, porém inclusive dessa maneira sentei no chão e obedeci. Eu não aparecia encontrando o que ele pedia, aparecia lá no fundo e eu não conseguia assistir. Por isso eu fiquei de quatro e tentei de novo. Acho que ele está de sacanagem comigo. Bom, decidi analisar até no qual ele iria.
– Seu Marcelo, encontrei. E agora?
– Sayuri, me descreva como é o abacaxi?
– É bem abundante, Seu Marcelo.
Neste hora eu fiquei com uma pulga atrás da aba. Será que ele não aparecia me filmando? Eu aparecia de quatro e certamente ele conseguia analisar todo meu barulho. Como minha cabeça aparecia de baixo da lavabo, eu não fazia ideia que aparecia acontecendo lá fora. Não sei o que me deu na cabeça, porém empinei o meu barulho pra cima, aproximado as atrizes pornôs fazem. A ideia dele me filmando naquele estado me deixava louca e eu queria permanecer aquele joguinho, já que ele tinha bloqueado a minha brincadeira mais cedo. Eu disse a ele, com uma voz abnóxio, porém maliciosa ao inclusive tempo
– Seu Marcelo, o abacaxi que estou segurando é grande e abundante. E é difícil similarmente. Me explica como devo realizar pra resistir ele?
Neste hora o homem ficou empolgado. Ele ficou de joelhos no chão, chegou próximo de mim, segurou meu bravura e me encoxou.
Ele me encoxou com seu pau difícil dentro da calça blue jeans. Eu senti todo o volume dele roçando no meu barulho. De modo algum havia sentindo isto na vida. Um mix de ciúme, de atração. Eu queria rebolar no pau dele, levar pra fora, ser sua vadia. Eu queria tanto, porém tanto que acabei dando uma rápido rebolada. E por isso eu senti ele me encoxando outra vez. Por um de acordo com, achei que o pau iria estourar o zíper da calça e enfiar tudo em mim. O cheiro de homem duro, a abdômen dele roçando nas minhas costas, sua mão apertando minha cerca…
Porém em um hora de brilho eu me dei conta da situação. Uma mão apenas? Ou seja que a outra também aparecia com o telefone celular. Ele poderia estrar me filmando inclusive. Meu Deus, ele era um homem bem mais acabado, tinha idade para ser meu agente, eu conheci os filhos dele. Empurrei o Seu Marcelo, desconversei e falei que ele precisava ir ainda que, visto que eu iria sair aquele hora. Ajeitei minha fora e perguntei quanto havia ficado o valor do serviço.
Ele foi um tanto abundante comigo. Disse com muita rispidez o valor e que precisava do dinheiro naquele afincado para ir ainda que.
Neste hora eu lembrei que gastei todo o dinheiro que meu agente havia me dado na noite antiga. Todo, todinho. Não havia mais um centavo na minha carteira. Fiquei em susto, pedi para o Seu Marcelo não montar o meu agente, visto que ele iria me aplicar de advertência e de modo algum mais confiaria em mim.
Ele colocou a mão na minha assento e disse com um acento bastante perverso:
– Bom, Sayuri, eu fiz meu serviço e necessário acolher por ele. Seja em dinheiro ou em uma coisa em troca. Senta aqui no meu bocal e vamos acordar.
Acabado, eu aparecia me sentindo uma sincera putinha. O pau dele também aparecia difícil no momento em que eu sentei e ele começou a mudar a mão em meus peitos.
– Querida, não é dessa maneira que se faz. Você vai abancar com desejo. Vai empinar essa assento gostosa pra mim, vai rebolar e roçar no meu pau. Você é tão novinha, não precisa entender essa coisas direito, porém eu vou te explicar. E se não realizar direito eu vou ser bem-agradecido a te permitir umas palmadas na assento.
Obedeci depressa. Sentei, de costas para ele, levantei minha fora e rebolei no meu pau. Logo ele colocou uma mão na minha xaninha, e a outra massageava meus peitos. Eu escutava a respiração dele forte na minha cachaço, sua barba roçando meu pescoço. era como se nós estivesse transando de roupa. Aquela coisa me fazia arrepiar de desejo.
– Agora você vai me chupar, Sayuri. Vai mamar na minha rola com desejo.
Ele me puxou pelos cabelos e me tirou ajoelhar na frente dele. Por isso ele rasgou a minha blusa com as mãos e arrancou meu corpete ferozmente, tirou a rola pra fora da calça e esfregou a minha cara lhe. Aquela coisa me deixou com bastante atração, eu aparecia sendo usada e molestada pelo encanador e amava aquela percepção. Era um aberração aquela rola, minha boca se enchia de água pra chupar. Comecei pela cabeça dele, amplo e suculenta, aparecia saindo um líquido da pontinha e eu lambi, com cara de safada olhando nos olhos dele. A percepção de chupá-lo foi fantástico. Me sentia a mais puta da município, minha dialeto percorria todo seu ascendência, eu sugava e chupava sem acabar. Comecei devargazinho e fui aumentando o rítimo e no momento em que via que ele aparecia se empolgando bastante, eu parava e começava do bagatela. Ele acha que vai achincalhar na minha boca e ir ainda que? Nunca. Ele vai me alimentar-se agora, vai ficar com desejo de mim.
Por isso ele me puxou com vigor e me jogou em oposição a a alimentação, de costas pra ele, me encoxando outra vez. Dessa vez eu pude sentir o pau dele carente e quente na minha bundinha. Seu Marcelo puxava minha fora pra cima, esfregava aquela pica admirável no meio do meu barulho e derrepente me deu um anteolhos ardido.
Eu adorei.
– Escuta aqui, sua biscate… Eu que arbítrio aqui. Não você. Você é a minha putinha hoje, vai se apresentar o tudo o que

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